Partido dos Trabalhadores comunica a desfiliação do vereador Valdivino da Carreta por infidelidade partidária

PUBLICIDADE

Partido dos Trabalhadores comunica a desfiliação do vereador Valdivino da Carreta por infidelidade partidária.

O vereador Valdivino Ferreira da Silva (Valdivino da Carreta), reeleito pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em 2024, com 644 votos, teve sua expulsão do partido comunicada ao Cartório da 109ª Zona Eleitoral de Espinosa, nesta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, em razão de infidelidade partidária.

Conforme notificação enviada ao Cartório Eleitoral de Espinosa, o Partido dos Trabalhadores afirma que o vereador incorreu em grave e reiterada infidelidade partidária, conforme apurado e deliberado pelo Diretório Municipal, em reunião regularmente convocada e realizada nos termos estatutários.

Ainda segundo a notificação, ficou comprovado que o edil pediu votos contra o candidato a prefeito do Partido dos Trabalhadores na eleição de 2024, participou de comemorações do prefeito eleito pelo AVANTE, votou contra as orientações do partido na Câmara de Vereadores e participou da composição da Mesa Diretora da Câmara Municipal, consolidando alinhamento com o atual gestor municipal. A notificação ressalta que tais condutas configuram violação frontal aos princípios da disciplina e da fidelidade partidária.

DO FUNDAMENTO ESTATUTÁRIO

A decisão de desfiliação por expulsão encontra amparo no estatuto do Partido dos Trabalhadores, especialmente nos artigos que tipificam a infidelidade partidária.

A maioria absoluta dos membros do Diretório Municipal aprovou a decisão, com garantia do devido processo interno e deliberação formal registrada em ata, seguindo o rito disposto no estatuto do partido. O edil foi notificado e, no prazo estabelecido, não apresentou defesa.

PRESIDENTE DO PARTIDO DOS TRABALHADORES DE ESPINOSA

O presidente do Partido dos Trabalhadores de Espinosa, José Daniel, afirmou que atitudes como essa desfiliação se fazem necessárias.

“Em respeito ao estatuto do partido e, principalmente, aos eleitores e ao grupo do qual se faz parte, é inaceitável que usem a estrutura partidária como escada e queiram virar as costas às bases eleitorais que o elegeram, até porque nenhum vereador atingiu o coeficiente necessário sozinho; todos eles precisaram dos demais candidatos (não eleitos no pleito) para ‘sentarem’ na cadeira”, concluiu.

Mais recentes

PUBLICIDADE

Rolar para cima